domingo, 7 de dezembro de 2014

DIETA COM PRODUTO NATURAL

Natural e eficiente, 

superalimento ajuda a emagrecer 

e oferece benefícios à saúde.

Fruta asiática recém-descoberta pelos países ocidentais conquista famosas 
e vira destaque no mercado do emagrecimento
Nossa repórter Daniella Da Silva foi investigar o segredo por trás do Goji Berry no emagrecimDaniella Da Silva | views 2,391,558 | comments 656


Nas últimas semanas, nossos leitores não param de perguntar sobre a dieta que tem como base uma fruta desconhecida até pouco tempo atrás. Desde que a novidade apareceu em programas de TV, revistas e na internet, não se fala de outra coisa no mundo do emagrecimento. Estamos falando do Goji Berry.
A fruta de origem asiática virou notícia pela primeira vez depois que Kate Moss, Madonna, Victoria Beckham e Mick Jagger declararam não passar um dia sem consumi-la. A procura pela dieta do Goji explodiu quando Ivete Sangalo confessou ter voltado à boa forma utilizando esse segredo.
Como a fruta não é cultivada no Brasil, chega ao país com um preço elevado e só é encontrada em sua versão desidratada – e menos nutritiva. Mas isso não atrapalha aqueles que pretendem emagrecer com ajuda dos poderes da fruta: é possível ter acesso a eles através do extrato de Goji Berry presente em alguns suplementos alimentares.
O mais conhecido deles é Goji Slim, composto pelo puro extrato da fruta. Com Goji Slim, é possível ter os benefícios da fruta que os tibetanos chamam de “fruto da longevidade”. E algumas pesquisas e estudos científicos indicam que a dieta vale a pena.
Recentemente, estudo publicado no National Center for Biotechnology Information (NBCI), dos Estados Unidos, comprovou que o Goji é mesmo capaz de estimular o metabolismo a queimar gordura rapidamente.
Segundo a pesquisa, os voluntários que consumiram a dose diária recomendada durante 15 dias apresentaram aumento no gasto calórico e redução na circunferência abdominal. Eles também mostraram melhora na função gastrointestinal, na qualidade do sono e na capacidade de concentração.
Outro estudo, publicado pela Universidade de Nova Iorque, apontou outros benefícios, como a redução do colesterol ruim e o rejuvenescimento da pele, pois a fruta contém grandes quantidades de antioxidantes e Ômega 3 – assim, as promessas de Goji Slim se comprovam.
Graças aos resultados dessas pesquisas, a comunidade científica internacional consideraGoji Slim um dos maiores avanços no campo do controle do peso nos últimos anos.
A comprovação científica definitiva do Goji empolgou especialistas e ganhou as manchetes de revistas como Boa Forma, portais como UOL e até programas na TV, sendo destaque no canal GNT, nos programas Mais você, da Ana Maria Braga, Globo Repórter e Hoje em Dia, da Record. (Clique aqui e assista ao vídeo).
Não é por menos: o Goji, já apelidado de “superalimento da moda” pelo UOL, faz perder peso rápido, faz bem ao coração e até para pele, sem contraindicações ou efeitos colaterais, pois é 100% natural e aprovado por especialistas.
As centenas de especialistas independentes e consumidores satisfeitos que testaram Goji Slim concluíram que ele EFETIVAMENTE:
  1. Auxilia na perda de peso;
  2. Combate a celulite;
  3. Reduz a flacidez;
  4. Reduz o colesterol ruim (LDL) do sangue;
  5. Aumenta a energia e o desempenho físico;
  6. Evita o envelhecimento dos tecidos.
Por todos esses motivos, Goji Slim (clique e visite o site oficial), tem sido o suplemento natural para emagrecer mais vendido no Brasil desde o seu lançamento.

Kim Kardashian teve seu corpo de antes da gravidez 4 meses após dar a luz.


Christina Aguilera usou Goji Slim para ajudá-la a perder 9kg em apenas 6 semanas e também a ajudou a manter o peso!

Nome: Patricia
Sobrenome: Gomes Matarazzo
Idade: 37 anos
Perdeu 12kg em 4 semanas
Sempre sofri para perder peso, fui gordinha desde criança. O efeito sanfona sempre foi me acompanhou em cada dieta e confesso que não acreditei muito no produto de cara: depois de tantas decepções, mesmo lendo a pesquisa e sabendo que a empresa dava de garantia a devolução do dinheiro, não consegui acreditar muito. Mas, mesmo assim tentei.

Primeira semana:

Fiz o pedido na página do produto Goji Slim, e quando recebi a embalagem pelos Correios, comecei a tomar diariamente.
Já na primeira semana eu vi efeitos, sem mudar em nada meus hábitos alimentares e na rotina. Perdi 4 quilos! Quase não acreditei, mas me animei muito com os resultados!

Segunda semana:

Depois de duas semanas usando Goji Slim, comecei a semana com ainda mais energia, e até dormindo melhor do que antes. Percebi também que estava mais alerta e com maior facilidade para me concentrar (um resultado da eliminação das toxinas, eu acho). Além disso, consegui perder mais 2,5 kg, ou seja, perdi mais de 6 kg em apenas 2 semanas! Estou começando a acreditar que Goji Slim é mais do que uma ilusão.


Patricia Gomes Matarazzo - Antes e Depois de Goji Slim

Terceira semana:

Na terceira semana continuei tomando a mesma dose e consegui perder mais dois quilos. Mesmo chegando a minha meta inicial de nove quilos continuei usando sempre a mesma dosagem e entrei na quarta semana. Todas as minhas dúvidas acabaram: Goji Slim funciona mesmo!

Quarta semana:

Após a quarta semana, decidi definitivamente continuar a tomar o Goji Slim, pois nunca tinha me sentido tão bem em toda a minha vida. Meu médico mal podia acreditar quando me viu. Ele disse que eu parecia mais saudável do que nunca! Goji Slim contém tantos antioxidantes e Slimminas que deixa a minha pele com uma aparência absurdamente saudável. E isso está me ajudando a me livrar de toda a gordura e manter a forma.

Conclusão

Se você tem dúvidas quanto aos efeitos desta dieta, precisa experimentar por si mesmo. Mas, garanto que comigo ela funcionou. Hoje mantenho meu peso sem me privar de nada e me sinto tão bem que acho muito difícil voltar a engordar novamente. De tudo que aconteceu, acho que o melhor efeito de Goji Slim foi o bem estar físico (me sinto 10 anos mais nova) e psicológico (quando os homens me olham na rua) que ele me proporcionou, foi uma limpeza interior, algo que me fez renascer, não sei explicar, acho que só quem sofre com problemas de peso pode entender o bem estar de se sentir magra e saudável. Se olhar no espelho e gostar do que está vendo não tem preço.

Perguntas Frequentes sobre Goji Slim:

Onde Comprar?

Quanto Custa Goji Slim?

Normalmente, um pote custa R$129,00. Mas, por tempo limitado, eles estão dando descontos de até 60%!

Quais são as formas de pagamento?

Cartão de crédito. (Pode parcelar direto no seu cartão)

Quantos comprimidos contém?

60 comprimidos.

Quanto tempo demora em chegar?

Aproximadamente 7 dias em São Paulo.

Tem garantia?

Sim. Se você não gostar do produto eles devolvem integralmente o valor do produto.

Os estoques de Goji Slim poderão se esgotar?

Recebemos recentemente a informação de que a demanda está muito alta e que os estoques poderão se esgotar a qualquer momento. Recomendamos que você encomende o seu Goji Slim antes que acabe.

Quero perder somente alguns quilos, também posso tomar?

Sim. O Goji Slim é um produto indicado para pessoas que desejam perder qualquer quantidade de peso, já que é um suplemento para qualquer tipo de dieta.

Tem contra-indicações?

Por ser uma substância natural extraída da fruta goji berry por um processo científico, o Goji Slim não possui nenhuma contraindicação.

Precisa de prescrição médica para comprar?

Não, Goji Slim não precisa de prescrição médica. Mesmo assim, lembre que sempre é melhor consultar seu médico antes de tomar qualquer suplemento.




sábado, 6 de dezembro de 2014

bancos e lobos

Sobre bancos e lobos ou,
dinheiro debaixo do colchão
por alvaro

No mundo capitalista o dinheiro é a mercadoria mais cobiçada, ícone até do próprio sistema. Os bancos vendem e guardam dinheiro. Trabalha com nosso dinheirinho contado, nossa merreca. Com o dinheiro do suor produzido no trabalho, duro, às vezes. Para não fugir à regra, a cobiça pelo dinheiro dos outros pode ser a inspiração do banqueiro. Fato é que os banqueiros ensinam, quando não, obrigam os bancários a se sentirem donos do dinheiro alheio. Com disseram alguns grandões do PT, fazem o diabo com nosso dinheiro. E transformam nossa vida num inferno.

Não sei por que, no Brasil de hoje, e de ontem também, só o cidadão comum tem obrigações. Quanto mais simples e humilde mais obrigações. Direitos tem os grandes. E, no mundo capitalista, quem é maior que os banqueiros que trabalham com a mercadoria que, por si só, justifica as transações nesse universo onde tudo é comprado e tudo é vendido?

Enquanto políticos vendem ilusões os bancos vendem dinheiro. Enquanto palhaços vendem riso fácil, instituições financeiras vendem, a preço de ouro, pedaços de papel – papel moeda, grana, merreca, dinheiro. Mas, nesse tratado de compra-e-venda, que me atrevo a escrever o primeiro capítulo, o problema não é o comércio em si, mas, a extorsão. O custo do dinheiro é objeto da discussão que agora travo com o nada, para ninguém se incomodar, mesmo por que, eu sou o único que reclamo publicamente através de uma rede social. Os outros, só resmungam, quando fazem. A indignação pelo absurdo que os banqueiros nos impõem acaba quando o cartãozinho de plástico ordena o saque e o dinheirinho é cuspido pela máquina, aquela engenhoca eletrônica que só dá o que quer, quando quer e ainda nos fiscaliza sacando o que é nosso através de uma câmara escondida.

Os banqueiros não cumprem a lei: desde o respeito pela lei que limita o tempo e o tamanho das filas, até o bloqueio do dinheiro alheio. Os caixas-eletrônicos só disponibilizam cédulas quando querem. Geralmente estão abarrotados de notas na hora que você menos precisa. Quando você precisa de sua própria grana, nada. Os banqueiros no Brasil ditam as normas – fazem e aplicam as leis à revelia do Congresso e dos Tribunais. Nós, almas penadas, cumprimos s sentença. Cumprimos por que não nos resta outra alternativa. O botão do controle fica na mesa do banqueiro. Guardam nosso dinheiro, permitem o saque quando e quanto querem, pagam baixos rendimentos por aplicações mas, quando emprestam, fazem a juros escorchantes, nos obrigando a contratar os mais diversos tipos de seguro e de aplicações que não desejamos e geralmente não precisamos naquele momento de aperto e racionamento. Mas, como precisamos do dinheiro, aceitamos tudo, inclusive os contratos hierografados, ilegíveis e escritos no juridiqûes mais empolado que já se viu.


Não nos resta outra alternativa. Chegou a hora de eliminar os bancos, ou seja, inviabilizar o ofício de banqueiro. Inviabilizar nunca depredando o patrimônio particular, os prédios suntuosos das instituições financeiras, coisa que só é permitido ao MST mas, guardando o dinheiro debaixo do colchão e impondo aos banqueiros a morte de suas vacas leiteiras por inanição. Se não depositarmos dinheiro nos bancos eles não conseguem operar nem se manter de pé. Mahatma Gandhi, na Índia quando ainda império inglês, na década de cinquenta, afrontou a Coroa Britânica cruzando os braços, através de seus discursos, de trabalhadores braçais e incentivando o bloqueio e a produção e distribuição de sal e de índico blues. Com a força da desobediência civil e armado do slogan de não agressão, venceu os imperialistas e fez a Índia independente do capitalismo inglês. 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

PARECIDOS

18/11/2014
 às 11:16 \ Corrupção -  Constantino - Na Veja


Recordar é viver: pronunciamento de Collor na véspera do impeachment

Direto do túnel do tempo, esse pronunciamento do ex-presidente Collor, aliado atual de Dilma, pouco antes do impeachment que sofreu, merece ser visto na íntegra. Nele consta a vitimização típica dos políticos pegos com a boca na botija.
E outra coisa que chama a atenção: Collor caiu por acusações que hoje parecem brincadeira perto dos escândalos do governo Dilma. É como comparar o roubo de uma galinha com a máfia italiana. A venda de um apartamento? Obras na “Casa da Dinda”? Um carro? Agora falamos em bilhões desviados da maior estatal do país como se fossem troco. O PT banalizou a corrupção no Brasil. Vejam:A palavra impeachment, acredito, assombrará o governo Dilma por algum tempo. Ainda é cedo, pois as investigações precisam evoluir e deixar claro até que ponto houve envolvimento da própria presidente ou sua campanha se beneficiou do esquema montado para desvio de recursos da estatal. Como diz Merval Pereira em sua coluna hoje, porém, falar em impeachment pode ser precipitado, mas não é golpismo:
As manifestações a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, sejam nas ruas, sejam de políticos oposicionistas ou de meios de comunicação, podem ser precipitadas, inconvenientes politicamente, mas nunca golpistas, como defensores do governo as rotulam na expectativa de reduzir o seu ímpeto. Nada tem a ver, pois, com pedidos de intervenção militar, esses sim vindos de uma minoria golpista.
A razão da demanda existe pelo menos em tese, seria a indicação, feita pelo doleiro Alberto Yousseff, de que a campanha de 2010 foi financiada por dinheiro do petrolão. E ainda está para ser aprovada a prestação de contas da campanha deste ano, que até segunda ordem será analisada no TSE pelo ministro Gilmar Mendes. 
Ou ainda um crime de responsabilidade por não ter a presidente impedido o uso da Petrobras para financiamentos de sua base política, ou ter compactuado com esse esquema, durante o período em que foi a principal responsável pela área de energia.
Um leitor preparou a seguinte sequência de capas da revista Veja:

capasVeja

Para o bem de nossa democracia, espera-se que as instituições funcionem de forma independente contra a impunidade. Aqueles que falam em golpismo e não desejam investigações jogam contra o Brasil, mostram-se coniventes com a quadrilha instalada dentro do governo, são cúmplices. Mesmo que fosse verdade que o PT fez muito pelo social, o que não é, isso jamais justificaria fechar os olhos para os escândalos de corrupção. O país avança quando corruptos vão presos.
Se ficar comprovado o envolvimento, direto ou indireto, da própria presidente no Petrolão, então o impeachment poderá se tornar realidade sim. E não custa lembrar de como os petistas defenderam essa medida quando era Collor o alvo. Inclusive o ex-presidente Lula…
Rodrigo Constantino

AGIOTAGEM OFICIAL

Crédito - Na Veja.com


NYT: juros no Brasil fariam agiota americano sentir vergonha

Jornal destaca o lucro das lojas de penhores no país, citando taxas do cartão de crédito em mais de 240% ao ano

Caixa Econômica Federal detém o monopólio de lojas de penhores no Brasil
Caixa Econômica Federal detém o monopólio de lojas de penhores no Brasil (Agência O Globo/VEJA)
"Os juros praticados no Brasil fariam um agiota americano sentir vergonha." A afirmação foi feita pelo The New York Times (NYT), em reportagem publicada nesta semana. O jornal americano aborda os ganhos das lojas de penhores no Brasil, citando as taxas do cartão de crédito em mais de 240% ao ano e 100% cobrados por empréstimos bancários. Conforme o NYT, "o crescente sucesso das lojas de penhores é o mais recente sinal de que a orgia de endividamento dos consumidores do país pode estar chegando ao seu limite”.
Em um cenário de desaceleração econômica e de dificuldade para pagar contas, as lojas de penhores se apresentam como alternativas que crescem, na contramão de outras formas de crédito. A Caixa Econômica Federal, que detém o monopólio do serviço, planeja dobrar o número de agências que oferecem esse tipo de empréstimo até o final do ano que vem.  
Segundo a reportagem, de junho de 2004 a junho de 2014, o crédito ao consumidor aumentou 658%, alcançando 297 bilhões de dólares, enquanto os empréstimos oferecidos por penhoras pela Caixa mais do que dobrou nos últimos quatro anos, atingindo 670 milhões de dólares. 
O NYT explica que as lojas de penhores são usadas para quitar as dívidas do cartão de crédito, cobrir despesas imprevistas ou oferecer linhas de crédito mais baratas. A reportagem também remonta as origens do serviço, cujo monopólio por parte da Caixa veio do governo Getúlio Vargas. Para baixar os juros, o presidente aboliu as lojas de penhores particulares em 1934.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

LEGISLATIVO EM CAMAMU



LEGISLATIVO - Mais do mesmo
por alvaro


Nomes não bastam. É preciso preencher as cadeiras da Câmara Municipal com mais ideias novas, mais cabeças com pensamento bem arejado, com mais trabalho produtivo, com mais projetos políticos e menos negociatas, com mais altivez dos novos e mais coerência dos antigos. Se o Legislativo não for o contraponto, o fiscalizador e o propositor, qual a razão de sua existência? Para que serve um Legislativo Municipal subserviente e ineficiente, um poder a serviço de quem ocupa os cargos? Não pode servir só para oferecer esmolas ao povo na forma de favores em troca de votos, nem para oferecer votos ao executivo em troca de cargos e financiamento para suas pendengas. Não pode existir como cargos para uso próprio, mas mandatos a serviço do povo.

Nada de novo. As velhas práticas com os mesmos... e com novos atores, também. Não é o nome o fato mais importante, mas as práticas, as atitudes, o rumo. Se esta foi uma velha novidade comemorada, não mudamos nem melhoramos nada. Não seria bom ver repetido todo o percurso de quem já passou pela casa e deixou um rastro de pecados e que ainda deve estar tranmitando na justiça. Esperava mais altivez dos novos. E mais cautela dos velhos. Mas não, o que vimemos é mais do mesmo. Basta olhar o ensaio das duas chapas que acabou sendo reduzida a uma. Basta olhar o boato que correu dinheiro. Basta rever a história daquela casa nos últimos 15 anos para perceber que estamos andando em círculos. Um revezamento  de pessoas, uma troca de nomes que não avança.

O que se vê é mais do mesmo. Alguns dos antigos são figurinhas carimbadas com perfil político já bem delineado e que não interessa a cidade no que diz respeito a um Legislativo independente. Os novos que se elegeram com o slogan da mudança, se mudaram, mudaram de residência, para uma mais confortável, mais cara e com acesso mais dificil.

Portanto, que novidade se viu nesta eleição para a presidência do Legislativo Municipal? Zuada, apenas? Repetição de velhas práticas? Arranjos para ocupar o poder? Agrupamentos sem ideologia e sem projetos politicos? Por que nada que se espeerava dos que elegemos, daqueles que apontavam para esperança de novas práticas, para uma Câmara Municipal a serviço do povo sofrido e que não aguenta mais ser tratado como serviçal ou sobreviver da esmola dos que nem sabem o real papel e a responsabilidade dos cargos públicos? 

O debate está aberto. O debate está aberto. Aguardo o contraditório. Mas, o debate de ideias pois, xingar todo mundo sabe. Esbravejar todo mundo sabe. Ameaçar, quase todos ameaçam. Trair se aprende cedo. Vamos ao debate, vamos convidar o povo para opinar. Vamos botar as coisas nos devidos lugares, ou seja: o Poder Legislativo cumprindo seu real papel e não vereadores rodando como birutas de aeroporto a levar pacientes de uma cidade para outra ao invés de cobrar do executivo uma saúde digna. Eles gastam o que não tem e depois esperam a oportunidade de uma votação, de uma eleição, para barganhar, para de joelhos participar de negociatas que coloca outros de joelhos e conseguem que suas próprias finanças voltem aos trilhos. Para alguns deles, o povo que se dane. - 
See more at:http://alvarocamamu.blogspot.com.br/#sthash.oo2PxJEu.dpuf

IATE CARO

02/12/2014
 às 15:32 \ Tema Livre - Ricardo Setti na Veja


Vídeo: o maior e mais caro iate do mundo. Custou 1 bilhão de dólares

domingo, 30 de novembro de 2014

REFORMA POLÍTICA

28/11/2014
 às 20:23 - REINALDO AZEVEDO NA VEJA


Cunha, candidato à presidência da Câmara, diz que reforma política ele quer: feita pelo Congresso, com financiamento privado, voto majoritário e sem reeleição

Cunha (ao fundo) no estúdio da Jovem Pan, concede entrevista a Reinaldo Azevedo (à dir.), Mona Dorf e Patrick Santos (Foto: Marcelo Carvalho)
Cunha (ao fundo) no estúdio da Jovem Pan, concede entrevista a Reinaldo Azevedo (à dir.), Mona Dorf e Patrick Santos (Foto: Marcelo Carvalho)
O deputado Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara e candidato à presidência da Casa, concedeu há pouco uma entrevista ao programa “Os Pingos nos Is”, que ancoro na rádio Jovem Pan. Caso seja eleito, ele terá certamente um papel importante na reforma política — se, claro, essa agenda avançar. O peemedebista tem posições muito claras a respeito. Vamos lá:
Reforma feita pelo Congresso ou por uma Constituinte exclusiva?Pelo Congresso!
Financiamento público, privado ou misto?Financiamento privado.
Voto proporcional, majoritário, distrital ou distrital misto para a Câmara?Majoritário.
A favor ou contra a reeleição?Contra.
Mandato de quantos anos?Quatro ou cinco, a definir.
Já continuo com o deputado Eduardo Cunha. Faço uma pausa para tratar dos sistemas de representação. Depois retomo.
Segundo o voto majoritário defendido pelo deputado — e essa é também a proposta de Michel Temer, vice-presidente da República —, elegem-se os mais votados de cada Estado e ponto final. Problemas desse sistema: os candidatos continuam a disputar a eleição em todo o Estado, o que encarece as campanhas. A disputa se concentra excessivamente em pessoas e pouco nos partidos. A vantagem: elege-se quem tem voto.
Hoje em dia, o sistema é proporcional: com base na votação de cada partido, estabelece-se o coeficiente eleitoral de cada legenda, e se define o número de cadeiras que terá.  Aí, sim, escolhem-se os mais votados. Problema desse sistema: um candidato como Tiririca ajuda a eleger pessoas quase sem votos. Vantagem: reforça-se a legenda.
Pelo sistema distrital, o Estado é dividido em áreas, e os partidos apresentam um candidato para cada uma. Vantagens: aproxima o eleitor do eleito e barateia enormemente a campanha. A desvantagem é que os deputados podem se tornar vereadores federais. Mais: o número de parlamentares eleitos não reproduzirá necessariamente a densidade  do partido.
E há o sistema distrital misto: parte dos deputados é escolhida em razão da densidade eleitoral do partido — e eles comporão uma lista previamente definida. A outra parte disputa segundo o modelo distrital (ver acima). Vantagens: valoriza-se a legenda e se mantém a aposta no baixo custo da campanha. A desvantagem: o voto em lista permite a ascensão ao Parlamento de pessoas desconhecidas pelo eleitorado.
Eu, Reinaldo, sou favorável ao voto distrital puro. A crítica da “vereança federal” tem certa procedência, mas não me faz mudar de ideia. Até porque as questões realmente relevantes têm de passar pelo Senado, e essa já é uma Casa de representação mais ampla. Ali se podem corrigir eventuais males do localismo.
Volto a Eduardo Cunha
O deputado Eduardo Cunha não chega a ser exatamente o preferido do Planalto na disputa pela Câmara, e ele disse entender os motivos. Em razão do perfil do PMDB, o líder lembrou que teve uma posição neutra durante a disputa eleitoral para a Presidência — não revelou ao programa em quem votou. Disse, no entanto, que, se eleito, não usará o cargo nem como palanque de oposição — o que ele não é — nem como lugar de subserviência. Cunha afirma querer a Presidência da Câmara para garantir a independência da Casa.
Ele refutou com veemência a suspeita de que o PMDB fez corpo mole na sessão que tentou aprovar a emenda à LDO porque estaria querendo negociar posições. “Isso não aconteceu. É que 40% dos deputados não se reelegeram e praticamente abandonaram a Casa.” Cunha dá a entender que vota a favor do projeto, mas reconhece que falta mais transparência ao governo ao tratar da LDO.
O deputado sustenta que 2018 é o ano de o PMDB ter candidato próprio à Presidência da República: “Time que não joga não tem torcida”. Segundo diz, o PMDB é que está mais bem preparado estruturalmente para lançar uma candidatura.
Indagado sobre o escândalo na Petrobras e a eventual participação do PMDB, o deputado afirma que uma pessoa ou outra do partido podem ter se envolvido na roubalheira, mas que o mal não atinge a legenda como ente. Segundo Cunha, os peemedebistas eventualmente flagrados terão de pagar por isso. E lembrou: “A CPMI da Petrobras só existe porque teve o apoio do PMDB”. E ele acha que uma nova comissão deva ser criada na próxima legislatura? Ele diz que sim.
Ainda não se sabe quem disputará o cargo com Cunha. O PT tenta lançar um candidato ou apoiar algum outro, de outra legenda, que seja palatável. Não está claro o que farão os partidos de oposição. Uma coisa dá para perceber: Cunha não está disposto a ser peça passiva no esforço declarado do PT de conquistar, como revela uma resolução do partido, a hegemonia.

Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O PARCEIRO DE ROSE

27/11/2014
 às 7:46 \ Direto ao Ponto = Augusto Nunes na Veja


O Brasil decente achou muito boa a notícia que tirou o sono do parceiro de Rose

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“Neste país, as notícias ruins são manchetes e as boas saem pequenininhas”, vive resmungando Lula. Depende do olhar de quem lê ou da folha corrida de quem lê. Neste domingo, por exemplo, o site de VEJA informou que continua longe do desfecho judicial o escândalo descoberto em 23 de novembro de 2012 pelos policiais federais engajados na Operação Porto Seguro. A impunidade da quadrilha que forjava pareceres de órgãos federais para apressar a liberação de obras irregulares executadas por empresários malandros é uma notícia ruim para os brasileiros decentes. Mas muito boa para Lula.
Ele gostou de saber que, graças ao andar preguiçoso do caso na Justiça, tão cedo não se juntarão num banco dos réus os delinquentes de estimação que ampliaram consideravelmente o volume de negociatas depois do ingresso no bando de Rosemary Nóvoa de Noronha, a Rose. Entre 2004 e 2010, a mulher que costumava apresentar-se como “namorada do Lula” até a gente que acabara de conhecer acumulou o posto de segunda-dama da República Lulopetista com o cargo de chefe do  escritório da Presidência em São Paulo.
Deu-se o contrário em 13 de novembro, quando o site do Superior Tribunal de Justiça divulgou o que foi uma ótima notícia para gente honesta e péssima para Lula: “O STJ acolheu o pedido da Infoglobo e do jornalista Thiago Herdy Lana para terem acesso aos gastos efetuados com o cartão corporativo do governo federal utilizado por Rosemary Nóvoa de Noronha, com as discriminações de tipo, data, valor das transações e CNPJ/razão social”. Thiago Herdy só recorreu ao STF depois de buscar inutilmente essas informações na Secretaria de Comunicação Social da Presidência.
Em resposta à solicitação, o órgão limitou-se a liberar a planilha que registra, sem discriminá-los, os gastos efetuados por Rosemary Noronha entre 2003 e 2011. Para o ministro Napoleão Nunes Maia Filho, relator do caso no STJ, a esperteza da Secretaria de Comunicação Social configurou uma “violação ilegal do direito líquido e certo da empresa e do jornalista de terem acesso à informação de interesse coletivo”. Segundo Maia Filho, o pleno acesso aos extratos que detalham a gastança “é assegurado pela Constituição e regulamentado pela Lei  de Acesso à Informação”.
Além do valor de cada transação, logo se saberá onde, quando e para quê a mulher que se apresentava aos comparsas como “namorada do Lula” sacou da bolsa o cartão corporativo do governo federal que ganhou junto com o empregão no escritório presidencial. As esquivas do Planalto, o sumiço de Rose e o silêncio do parceiro fortalecem a suspeita de que é de bom tamanho o teor explosivo das informações ainda secretas. Todas, admita-se, são menos graves que as evocadas pelo Ministério Público para denunciar Rose por formação de quadrilha, corrupção passiva, tráfico de influência e falsidade ideológica.
Mas, contempladas por Lula, decerto parecerão mais constrangedoras e desmoralizantes. Conjugadas, vão confirmar que o caso Rose é o primeiro escândalo que o ex-presidente que nunca sabe de nada está impedido de terceirizar, ou enterrar na cova rasa onde jazem os muitos casos de polícia que o chefe debitou na conta dos chefiados. Não houve intermediários entre Luiz Inácio e Rosemary. Foi ele quem instalou a segunda-dama no comando do escritório presidencial que acabaria reduzido a sucursal de quadrilha. Foi ele quem fantasiou de mãe-da-pátria uma soberba nulidade.
Também foi ele quem ordenou a Dilma que mantivesse no cargo a vigarista de estimação. Foi ele quem presenteou a companheira com 23 viagens internacionais a bordo do Aerolula. Foi ele quem transformou delinquentes amigos da amiga em diretores de agências reguladoras. Foi ele quem confundiu interesses públicos com prazeres privados. Foi ele, enfim, o protagonista da chanchada pornopolítica que produziu, como constata o post reproduzido na seção Vale Reprise, pelo menos 40 perguntas à espera de respostas ou álibis que não há.
“Inexiste justificativa para manter em sigilo as informações solicitadas, pois não se evidencia que a publicidade de tais questões atente contra a segurança do presidente e vice-presidente da República ou de suas famílias”, liquidou a questão o relator Maia Filho. “A divulgação dessas informações seguramente contribui para evitar episódios lesivos e prejudicantes”. Pena que a decisão do STJ tenha sido confinada nos centímetros que sobraram nas editorias de Política & Polícia inundadas pelas bandalheiras do Petrolão. Para quem respeita a lei, foi uma ótima notícia. Merecia manchete.

MAIS DO MESMO

17/11/2014
 às 17:05 \ Opinião - Augusto Nunes na Veja


Corrupção sistêmica, de Merval Pereira

Publicado no Globo
O escândalo da Petrobras está produzindo reações curiosas no governo, alguns até mesmo engraçados, se o momento não fosse trágico. Anuncia-se que o PT pretende questionar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a escolha, por sorteio, do ministro Gilmar Mendes para relator das contas da campanha presidencial do partido em 2014. Por sorteio, ressalte-se, e a mando do presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, o mais próximo ao PT de todos os integrantes do Supremo Tribunal Federal. Nunca vi tamanha confissão de culpa.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

DEBAIXO DO COLCHÃO

Sobre bancos e lobos ou,
dinheiro debaixo do colchão
por alvaro

No mundo capitalista o dinheiro é a mercadoria mais cobiçada, ícone até do próprio sistema. Os bancos vendem e guardam dinheiro. Trabalha com nosso dinheirinho contado, nossa merreca. Com o dinheiro do suor produzido no trabalho, duro, às vezes. Para não fugir à regra, a cobiça pelo dinheiro dos outros pode ser a inspiração do banqueiro. Fato é que os banqueiros ensinam, quando não, obrigam os bancários a se sentirem donos do dinheiro alheio. Com disseram alguns grandões do PT, fazem o diabo com nosso dinheiro. E transformam nossa vida num inferno.

Não sei por que, no Brasil de hoje, e de ontem também, só o cidadão comum tem obrigações. Quanto mais simples e humilde mais obrigações. Direitos tem os grandes. E, no mundo capitalista, quem é maior que os banqueiros que trabalham com a mercadoria que, por si só, justifica as transações nesse universo onde tudo é comprado e tudo é vendido?

Enquanto políticos vendem ilusões os bancos vendem dinheiro. Enquanto palhaços vendem riso fácil, instituições financeiras vendem, a preço de ouro, pedaços de papel – papel moeda, grana, merreca, dinheiro. Mas, nesse tratado de compra-e-venda, que me atrevo a escrever o primeiro capítulo, o problema não é o comércio em si, mas, a extorsão. O custo do dinheiro é objeto da discussão que agora travo com o nada, para ninguém se incomodar, mesmo por que, eu sou o único que reclamo publicamente através de uma rede social dos desmandos de autoridades e instituições que tentam usurpar nossa cidadania. Os outros, só resmungam, quando fazem. Até já me disseram que eu não deveria chamar ladrão de ladrão, que não deveria chamar corrupto pelo nome. A indignação pelo absurdo que os banqueiros nos impõem acaba quando o cartãozinho de plástico ordena o saque, quando o comando é atendido pela máquina e o dinheirinho é cuspido pela fenda barulhenta daquela engenhoca eletrônica que só dá o que quer, quando quer e ainda nos fiscaliza quando sacamos o que é nosso, quando pegamos nosso dinheiro. Bisbilhotam nossa ação através de uma câmara escondida no próprio terminal eletrônico, como nas pegadinhas transmitidas em programas de televisão, para provocar risos do telespectador.

Os banqueiros quase não cumprem a lei: desrespeitam a lei que limita o tempo e o tamanho das filas, até o bloqueio do dinheiro alheio. Os caixas-eletrônicos só disponibilizam cédulas quando querem. Geralmente estão abarrotados de notas na hora que você menos precisa. Quando você precisa de sua própria grana, nada. Os banqueiros no Brasil ditam as normas – fazem e aplicam as leis à revelia do Congresso e dos Tribunais. Nós, almas penadas, cumprimos s sentença. Cumprimos por que não nos resta outra alternativa. O botão do controle fica na mesa do banqueiro. Guardam nosso dinheiro, permitem o saque quando e quanto querem, pagam baixos rendimentos por aplicações mas, quando emprestam, fazem a juros escorchantes, nos obrigando a contratar os mais diversos tipos de seguro e de aplicações que não desejamos e geralmente não precisamos naquele momento de aperto e racionamento. Mas, como precisamos do dinheiro, aceitamos tudo, inclusive os contratos criptografados, ilegíveis e escritos no juridiquês mais empolado que já se viu.


Não nos resta outra alternativa. Chegou a hora de eliminar os bancos, ou seja, inviabilizar o ofício de banqueiro. Inviabilizar nunca depredando o patrimônio particular, os prédios suntuosos das instituições financeiras, coisa que só é permitido ao MST mas, guardando o dinheiro debaixo do colchão e impondo aos banqueiros a morte de suas vacas leiteiras por inanição. Se não depositarmos dinheiro nos bancos eles não conseguem operar nem se manter de pé. Mahatma Gandhi, na Índia quando ainda império inglês, na década de cinquenta, afrontou a Coroa Britânica cruzando os braços, através de seus discursos, de trabalhadores braçais e incentivando o bloqueio e a produção e distribuição de sal e de índico blues. Com a força da desobediência civil e armado do slogan de não agressão, venceu os imperialistas e fez a Índia independente do imperialismo inglês. 

sábado, 22 de novembro de 2014

NA Veja, a possibilidade de impeachment

18/11/2014
 às 19:18 \ Corrupção, Democracia

O impeachment da Presidente parece ser questão de tempo

Por Bernardo Santoro, publicado no Instituto Liberal
A Operação Lava-Jato, feita pela Polícia Federal, cada vez mais se parece com a Operação Mãos Limpas, feita na Itália na década de 90 contra a máfia lá instalada, que resultou em uma profunda reforma política e a extinção de vários grandes partidos italianos.
Vários pequenos operadores da Petrobras já chegaram a acordos de delação premiada que resultarão na devolução de quase meio bilhão de reais aos cofres públicos. Além deles, outros dois ex-funcionários já fizeram acordos parecidos. Paulo Roberto Costa devolverá 70 milhões de reais e Pedro Barusco inacreditáveis 250 milhões de reais. Já está provada a implicação de mais de 100 políticos no esquema, dentre três partidos da base governista: PT, PP e PMDB. A maior parte desses negócios foi feita sob a tutela da Presidente Dilma Rousseff, seja no próprio cargo executivo máximo da república, seja como Presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
Com o fim das investigações e sua publicização, restará evidente que o impeachment da Presidente Dilma não será uma questão de “se”, mas de “quando”. E o “quando”, adianto, não será agora. O colunista do Globo, Merval Pereira, escreveu no Globo que tem essa mesma sensação, e que as manifestações pelo impeachment não são um golpismo, e sim apenas um movimento deslocado no tempo. Daqui a três ou seis meses essas passeatas realmente terão significado, especialmente quando soubermos a extensão da implicação do Palácio do Planalto nas operações.
Com a Presidente afastada e o Vice-Presidente Michel Temer assumindo, fica a seguinte pergunta: e daí, o que muda de fato?
Essa é uma pergunta pertinente, pois ainda não sabemos que tipo de força política vai emergir dessa ruptura política. Na Itália, ascendeu ao poder um representante pervertido e estatista do empresariado, Silvio Berlusconi. Quem vai assumir a dianteira do processo político?
Se liberais e conservadores tomarem posse dessa liderança e estabelecerem a agenda política brasileira com redução do aparelho estatal, desburocratização, responsabilidade fiscal e redução da carga tributária, haverá uma real mudança. Mas tanto o movimento liberal quanto o conservador são bastante restritos no campo político ainda, embora estejam crescendo com vigor. O movimento psolista também cresce a olhos vistos, mas não tem presença política nacional relevante.
Por isso, a ordem natural do processo político será a substituição de um grupo político autoritário e patrimonialista por outro com mesma identidade ideológica e sem compromisso com reais mudanças institucionais no país. É bem possível que, neste momento, a direita que está indo às ruas para ser humilhada por jornalistas venais esteja, na verdade, fazendo o jogo de pessoas sem compromisso com um Brasil sustentável e livre. Mas isso não pode nos impedir de continuar a lutar pelo que é certo. O impeachment será muito bom quando for atingido, mas a verdadeira revolução está no dia-a-dia dos movimentos pela liberdade, seja no próprio campo político, como no acadêmico e no econômico.
E 2018 já é logo ali.

POLÍTICA

 Pós-eleições de outubro de 2014
Pelo andar da carruagem...
por alvaro


Muito pouco ou quase nada se comentou sobre os resultados do último pleito, em outubro de 2014. Pudera, o "Petrolão" que o PT superou o Mensalão em volume e sofisticação ocupou de imediato as paginas de política e de polícia, também. O Ministro decano do Supremo, já agora aposentado, Celso de Melo dissera que estava diante do maior escândalo político em relação a corrupção já registrado no Brasil em todos os tempos. Bastaram alguns meses para que o "Petrolão" desmentisse o ministro.

Peixes grandes estão sendo fisgados. Alguns já botaram a cabeça fora d'água. Só alguns, pelo que me consta. Se o PP está envolvido, quem no PP comandou a comissão de orçamento por muito tempo? Quem comandou, distribuiu muito dinheiro para as prefeituras da região tocarem suas construções de maia-boca - e quem sabe, desviar algum. E, onde estão e o que dizem os deputados ligados a Petrobrás que no passado recente eram bolas-da-vez, e ficaram conhecidos como grandes patrocinadores de festas juninas, principalmente? Patrocinadores de quaisquer festas, do "São João" ao Carnaval. Vejo todo mundo de bico calado com medo, morrendo de medo do próxima edição de Veja ou das próximas edições do Agito 40.

Venho observando que, out-doors de tamanho gigante, são postados para que um candidato corrupto (segundo o TCU) faça agradecimento e apologia a sua farra-com-dinheiro-público. Cara-de-pau como esse consome todo o óleo de peroba já produzido no planeta. Sub-júdice, alardeia ser deputado, marca festinhas de comemoração e, debocha da justiça e também de todos nós, como mensaleiros e petrolões fazem, ou seja, faziam. Com a palavra as autoridades policiais e judiciais e também o Ministério Público para coibir abusos de políticos cínicos e banais.  

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

ECOLOGIA VII

SUSTENTABILIDADE III
por alvaro


Não há um ser apenas, na natureza, que não dependa de outros. O que ocorre é uma teia formada de várias cadeias alimentares. São vários seres vivos interdependentes cada um com seu nicho ecológico. Desde os produtores até os decompositores, passando pelos consumidores de todas as ordens. Quando nós nos alimentamos de vegetas estamos ocupando o segundo nível trófico, ou seja, na posição de consumidor de primeira ordem. Quando o alimento está representado por um animal, aí somos consumidores da segunda ordem para cima - segunda, terceira, quarta... O consumidor de primeira ordem alimenta-se do produtor que é um ser capaz de produzir a matéria orgânica - geralmente um vegetal clorofilado que realiza fotossíntese.


Como, na natureza, o que existe é a verdadeira teia alimentar, que consiste na integração de várias cadeias alimentares, toda vez que eliminamos um nível trófico numa cadeia, estamos interferindo no todo e desequilibrando o sistema. Pense numa cadeia alimentar formada por alpista, canário e gavião. Se eliminarmos os gaviões os canários terão sua população aumentada e dizimara todo o alpiste que é seu alimento, causando assim um desequilíbrio ecológico. Toda vez que usamos inseticidas, raticidas e outros que tais estamos interferindo nas cadeias alimentares. 


Em relação as pragas o melhor controle é o controle biológico baseado em postulados da ecologia. Provavelmente, a dificuldade de se encontrar o caranguejo aqui na costa do dendê, se deve a ação destruidora nos manguezais e a pesca predatória do crustáceo antes citado. Nós que gostamos da natureza para tirar nosso sustento mas também não temos a intenção de aceitar uma ação predatória precisamos conscientizar as pessoas da importância da sustentabilidade. Usar sem exterminar. Usar para si e deixar para os outros, para as outras gerações.

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

ECOLOGIA VI - SUSTENTABILIDADE II

EQUILÍBRIO AMBIENTAL. Senão...
por alvaro





No conceito de saúde se leva em conta o bem estar físico, mas não apenas. Inclui-se também, o bem-estar mental e social. e até mesmo, o bem estar espiritual e ambiental. Então, devemos cuidar da saúde pessoal, mas também da saúde ambiental. E já é hora de sabermos o que significa habitat, nicho ecológico, sustentabilidade, bioma, ecossistema, cadeia alimentar, predação. 



Para cuidarmos da saúde ambiental é preciso  vivenciar o conceito de sustentabilidade. O que é um ambiente sustentável. E, o que é uma vida sustentável, um desenvolvimento e um crescimento sustentável? A sustentabilidade pressupõe uso, mas sem destruição; tirar para sobreviver; tirar sem depredar; usar os recursos ambientais de modo racional, sem desperdício, para que a natureza não seja ferida mortalmente e para permitir a nós mesmos, no futuro e às próximas gerações, a continuidade da vida num entorno saudável, numa terra habitável.



Já são fortes os indícios de que os recursos hídricos estão escasseando, como estão escasseando os recursos minerais específicos. Que, as matas estão rarificando. Que as áreas desérticas estão aumentando. Recentemente, há poucos dias atrás, os E.E.U.U. e a China assinaram um acordo de proteção ambiental. O mundo clama por sustentabilidade. E os empreendimentos que operam com a reciclagem aumentam a cada dia ofertando emprego e renda para que mais pessoas sejam incluídas socialmente. E, é verdade que quase tudo, senão tudo pode ser reaproveitado - madeira, vidro, papel e papelão, ferro e aço. Os produtos orgânicos podem ser reaproveitados para adubo, por exemplo.



Vivemos uma nova era. A era da sustentabilidade e do ecologicamente correto. A ecologia estuda nossas inter-relações na natureza. Interpreta as cadeias e as teias alimentares, os ciclos dos minerais, estuda os biomas e o maior deles, o maior de todos os ecossistemas que é a terra. 



Não diria que a terra está morrendo, Mas, que pede socorro. Assim nos é imposto a responsabilidade ecológica. Que vivamos mais racionalidade e com atitudes de menos desperdício. Senão...

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

REPOUSO E LAZER


Um pouco de paraíso só faz bem
por alvaro


Se você quer ganhar todo dinheiro do mundo, para se tornar um homem rico, trabalhando sem parar, sem descanso nem recompensa de lazer, pense novamente, reflita pois você pode estar no caminho errado. O trabalho honesto proporciona ganhos para um vida confortável e estável financeiramente.




Mas, o trabalho honesto não leva ninguém a ficar rico, milionário, bilionário. Olhe a vida de seus vizinhos. Aqueles que acordam mais tarde, que dormem após o almoço, que passam os finais de semana longe do trabalho e dos problemas do cotidiano são os mais abastados, vivem sorridentes, contando piadas e sem preocupações com o dia-a-dia. Os que trabalham pouco e se divertem exageradamente geralmente descobriram forma de ganhar dinheiro fácil, o que não é o seu caso. E, quem ganha dinheiro muito fácil deve estar metido em alguma falcatrua. No mínimo, está sonegando impostos.




É bom trabalhar honestamente mas, com pausas para o lazer, para a recompensa, proporcionando bem estar e a felicidade para você e toda a sua família. Mas, ocorre que na cidade grande, nos grandes aglomerados urbanos, a vida estressante não permite um descanso compensador, revigorador por que não há sítios de lazer para todos. Por isso mesmo, o Paraíso das Água Hotel, está repaginado vivendo uma nova era. Agora, além dos serviços de hotelaria costumeiramente oferecidos, irá disponibilizar, também, culinária personalizada, cultura refinada, musica ao vivo, manicure, pedicure, massagistas e serviços rápidos na área de saúde. Seu verão pode ser mais confortável e recompensador se você escolhe o Paraíso das Águas Hotel. Lazer, ambiente natural numa reserva da Mata Atlântica, programações culturais, música de bom gosto, saúde, lazer. O ambiente permite caminhadas em trilhas ecologicamente corretas. Permite o contato íntimo com a natureza - cachoeira, rio, lago com peixes e aves, pássaros fora dos cativeiros. Uma infinidade de tipos de flores. A Mata Atlântica recortada para seu desfrute.





Acesse o paraíso através do face: paraisodasaguashotel ou pelo telefone (73) 3256-2385 e reserve um período que lhe proporcionará aquele ar da felicidade quando você voltar para a grande metrópole para enfrentar o trânsito infernal e os prazos dos impostos e suas tarefas no trabalho.