NADA SE DEFINE NA 3428, ou:
É POR QUE O LÍDER QUE MANDA É DE FERRO
Até o direito internacional manda recados para os pecadores da 3428. Em um sítio institucional - Loja - onde: uma chapa legítima que se postava para disputar eleições fora derrubada com um "golpe de estado"; que as eleições foram denunciadas fraudadas; onde o caixa foi comprovadamente arrombado. onde não se respeita o principio democrático universal da legítima defesa, do amplo direito de defesa; onde o processo legal não é observado; ...e muito mais passos fora dos trilhos...
Agora, pasmem vocês: a diretoria da federação não se pronuncia, mesmo que provocada com denúncia formal. As confederadas, co-irmãs, não se pronunciam, provavelmente por que quem faz oposição à tirania não cumpriu o seu papel de esclarecer e denunciar, (ou por mais outros motivos somados). A única consequência observada é o esvaziamento da oficina. Uma guerra interna sem que tiros sejam disparados.
Colhe-se nas conversas que o que se constata mesmo é: Um enorme medo do tirano que controla financeiramente a Unidade da Instituição - com uma Coordenação - e uma Unidade Municipal da Federação - através de uma Secretaria. Neste caso, e sendo assim, tudo fica bem pior e bem mais fora-da-lei. Tá tudo dominado. Para mudar o quadro só é preciso coragem e ação dentro da lei. A justiça se acha na lei. Mas, a ação oposicionista, politicamente bem praticada, se faz democraticamente, destemidamente, em público.
Por isso mesmo, segue abaixo, um texto com artigo pertinente. É só conferir, "irmãos". Todo mundo reclamando a aplicação das leis. Sem leis reina a barbárie. Os tiranos reinam sem leis que regulamente o contrato social.
Leiam o post - tem tudo a ver:
05/03/2014
às 2:13 - Reinaldo Azevedo no seu Blog na Veja.com
Há um ano, morria Chávez; a Venezuela está nas ruas; cresce solidariedade internacional à luta por democracia; Dilma manda “Top Top Garcia” se sujar de sangue na festa do chavismo
Há exatamente um ano, no dia 5 de março de 2013, morria Hugo Chávez, o homem que só ascendeu ao poder, em 1999, em razão de uma grave crise política na Venezuela. Ele permaneceu no poder por 14 anos, boa parte do tempo como ditador, e criou um modelo de governo que conduziu o país ao colapso.
Nicolás Maduro, o psicopata que sucedeu o coronel liberticida, tentará nesta quarta-feira, mais uma vez, instituir o culto à memória do tirano. As milícias armadas do chavismo foram convocadas para grandes manifestações públicas. O risco de confronto é grande.
Nesta terça, milhares de venezuelanos (fotos) voltaram às ruas para protestar contra o governo. Os motivos vão se multiplicando: crise econômica, autoritarismo, violência, pedido para que se apurem as responsabilidades pelos 18 mortos nos protestos etc. Para o desespero de Maduro, a luta da população venezuelana começa a despertar a solidariedade internacional.
A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou uma resolução em que “deplora os atos do governo que constituem uma afronta à vigência da lei, a indesculpável violência perpetrada contra os líderes da oposição e contra os manifestantes e os crescentes esforços para usar politicamente leis criminais para intimidar a oposição política do país”.
Também a Câmara do Chile teve uma atitude decente. Aprovou uma resolução, que deve ser examinada nesta quarta pelo Senado, que insta o presidente do país, Sebastián Piñera, a convocar o embaixador chileno em Caracas para expressar sua repulsa aos atos de violência.
Ex-presidentes de países latino-americanos cobraram o diálogo com a oposição em nome dos princípios da Carta Democrática Interamericana. Assinam a nota Oscar Arias Sánchez, da Costa Rica, também Prêmio Nobel da Paz; Ricardo Lagos, do Chile; Alejandro Toledo, do Peru, e Fernando Henrique Cardoso, do Brasil.
O governo Dilma, no entanto, este impávido colosso, segue mudo. Na verdade, pior do que isso. Marco Aurélio “Top Top” Garcia, assessor da presidente para assuntos internacionais, deve estar presente hoje às festas oficiais em homenagem a Chávez. Não há como dizer de outra maneira: ao fazê-lo, o governo Dilma suja as mãos no sangue dos opositores venezuelanos.
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