A pré-candidatura ao Senado nas eleições de outubro foi um dos assuntos comentados pelo vice-governador da Bahia, Otto Alencar (PSD), em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira (7). Na oportunidade, ele fez uma breve análise sobre suas concorrentes: a ex-ministra Eliana Calmon (PSB) e a vice-prefeita de Salvador, Célia Sacramento (PV). "Eu não posso dizer qual das duas será a mais forte. Isso só as pesquisas podem mostrar", disse. Otto também falou sobre o possível candidato oposicionista ao Palácio de Ondina, Paulo Souto (DEM). "Ele tem uma história política respeitada, vem do Carlismo. Eu mesmo trabalhei 19 anos com o senador Antônio Carlos Magalhães. Na vida, você faz sua história política pelo seu trabalho. Nós nos enfrentamos em 2010, agora vamos nos enfrentar em 2014", completou.
A recuperação de estradas foi apontada pelo vice-governador como um dos seus principais legados à frente da Secretaria de Infraestrutura do estado. "Foi um setor que conseguimos avançar, tivemos uma melhora muito expressiva. A Bahia tem fronteira com sete estados. Temos a estrada que liga Curaçá para Juazeiro, na região Sudoeste, a estrada que liga Guanambi para Sebastião Laranjeira, fora a restauração da estrada do Feijão e da estrada do Chocolate. Eu conheço a Bahia toda, os 417 municípios", afirmou.
Para Alencar, a impunidade é o grande mal do Brasil. "O governo federal precisa é reformular a Constituição e mudar os códigos de lei. Respeito muito a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil]. O Congresso Nacional não pode receber projetos da OAB sem submeter antes à sociedade civil organizada. Não há governante que possa governar sem a reforma do Código Penal", disse.
Ouça abaixo a entrevista na íntegra:
A recuperação de estradas foi apontada pelo vice-governador como um dos seus principais legados à frente da Secretaria de Infraestrutura do estado. "Foi um setor que conseguimos avançar, tivemos uma melhora muito expressiva. A Bahia tem fronteira com sete estados. Temos a estrada que liga Curaçá para Juazeiro, na região Sudoeste, a estrada que liga Guanambi para Sebastião Laranjeira, fora a restauração da estrada do Feijão e da estrada do Chocolate. Eu conheço a Bahia toda, os 417 municípios", afirmou.
Para Alencar, a impunidade é o grande mal do Brasil. "O governo federal precisa é reformular a Constituição e mudar os códigos de lei. Respeito muito a OAB [Ordem dos Advogados do Brasil]. O Congresso Nacional não pode receber projetos da OAB sem submeter antes à sociedade civil organizada. Não há governante que possa governar sem a reforma do Código Penal", disse.
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