sábado, 9 de novembro de 2013

NÃO MINTA

NÃO SE ACOMODE, 

NÃO MINTA, 

EXERÇA A CIDADANIA

Por Alvaro


Não se acomode, não minta, exerça a sua cidadania com altivez. Não venda sua alma. Não venda o voto.“Um povo reduzido ao silêncio é um organismo corroído”, ensinavam. “Só não desejam mudar os homens que estão tranquilos. Os que sofrem são ávidos de coisas novas.” E a coisa nova é as vezes responder a um desafio, a uma afronta. Nesse sentido interessa aos que sofrem fazer sofrer seus algozes. E o embate pode ser catastrófico para as partes envolvidas no litígio.

Mas, “o verdadeiro objetivo da guerra é a paz diz San Tzu  em A Arte da Guerra” cujos escritos originais dataram de 960 a 1280, mas que foram achados por arqueólogos chineses em 1972. É normal e é parte do jogo que os defensores de uma determinada proposta tentem, digamos assim, naturalizar as suas escolhas. O que não é aceitável — e isto, precisamente, agride a democracia — é que a divergência, especialmente quando dentro das balizas da legalidade e do estado democrático e de direito, seja satanizada como coisa de sabotadores. Nesse caso, sob o pretexto de se defender o bem, o que se faz é satanizar a própria democracia.  E, no caso, expor com riscos de firmar uma imagem negativa da própria instituição.

 O sociólogo Olavo de Carvalho no Livro “o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” sentencia que: “O curso dos acontecimentos históricos reflete o tipo de personalidade dominante em cada época é a expressão mais clara da personalidade dominante é o estilo de vida intelectual. O declínio abissal da moralidade política no Brasil não é causa sui: foi antecedido e preparado nas escolas, nos jornais, nas editoras de livros..  A atividade intelectual no Brasil se deteriorou e se prostituiu  a tal ponto que mesmo o discurso formal do jornalismo e da comunicação acadêmica – para não falar daquilo que foi a literatura – já não serve de instrumento para a autoconsciência.  A linguagem dos publicitários e dos cabos eleitorais tomou tudo.  O alvoroço de simular bons sentimentos e demonizar o inimigo pela via mais fácil bloqueia toda possibilidade de reflexão séria sobre as próprias palavras. O sociólogo Olavo de Carvalho no Livro “o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” sentencia que “O curso dos acontecimentos históricos reflete o tipo de personalidade dominante em cada época é a expressão mais clara da personalidade dominante é o estilo de vida intelectual. O declínio abissal da moralidade política no Brasil não é causa sui: foi antecedido e preparado nas escolas, nos jornais, nas editoras de livros..  A atividade intelectual no Brasil se deteriorou e se prostituiu  a tal ponto que mesmo o discurso formal do jornalismo e da comunicação acadêmica – para não falar daquilo que foi a literatura – já não serve de instrumento para a autoconsciência.  A linguagem dos publicitários e dos cabos eleitorais tomou tudo.  O alvoroço de simular bons sentimentos e demonizar o inimigo pela via mais fácil bloqueia toda possibilidade de reflexão séria sobre as próprias palavras".

A mentira pode acabar uma guerra. Pode dar início a uma guerra, como ocorreu na Guerra do Iraque que depôs Sedan Hussein, quando o governo americano afirmou que o Iraque tinha depósitos de armas nucleares e de armas químicas.   Mentir pode acabar um casamento.  A  mentira pode eleger ou derrotar um candidato disputando eleições.  A mentira, embora condenável, infelizmente faz parte de nosso cotidiano. Tem quem acredite que a humanidade não conseguiria viver sem a mentira  tal é a disseminação da mentira  permeando as relações. Há quem afirme  que a mentira é uma espécie de amortecedor social, que ameniza o impacto da pressão  gerada pela verdade contundente,  da verdade nua e crua. A mentira é lembrada quando falamos de Pinóquio, aquele personagem que quando mente o nariz cresce. A mentira é cantada em prosa e verso.  A música pega na mentira foi e é grande sucesso.

Mas, a mentira tem um custo social, as vezes um custo social elevado. E tem um custo financeiro. Quando se mente em assuntos ligados a grandes investimentos,  fortunas se constroem, mas as vezes  fortunas são devastadas. As bolsas de valores e todo o mercado financeiro tremem com notícias ruins. Aliás, o mercado financeiro vive de boatos. Boatos podem derrubar ou supervalorizar  ações de grandes companhias. Boatos podem desencadear uma corrida para comprar ações de uma determinada empresa.

A mentira na política pode levar um candidato a ser eleito ou pode derrubá-lo. Não é à toa o festival de boatos e de dossiês em campanhas políticas. Goebles, o articulador da propaganda de Hitler, no nazismo, teria dito que uma mentira repetida muitas vezes vira verdade. Parece até que o povo, em algumas culturas, gosta de mentira quando acredita em algumas promessas absurdas, que não tem a menor possibilidade de serem cumpridas.


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