A indecisão do prefeito ACM Neto (DEM) em relação ao candidato oposicionista, que disputará o governo do estado nas eleições de outubro, foi alvo do comentário do apresentador Mário Kertész na manhã desta quarta-feira (2), durante o Bom Dia com Mário Kertész e o Jornal da Bahia no Ar. "Eu tenho sido testemunha de muitas coisas e queria dar meu depoimento sobre isso. No inicio disso tudo, eu vi o ex-ministro Geddel Vieira Lima dizer: 'Eu quero ser candidato, mas abro mão da minha candidatura em nome da união das oposições e, se Paulo Souto quiser ser candidato, ele será candidato'. Em várias oportunidades eu vi Geddel dizer isso, inclusive aqui na Rádio Metrópole. Paulo Souto, por sua vez, dizia 'não, não quero ser candidato, minha profissão não pode mudar de geólogo para candidato a governo da Bahia'", contou MK.
"O processo deveria ser decidido em dezembro, como defendeu uma parte da oposição, inclusive o próprio Geddel. quando ACM Neto, líder das oposições. No segundo turno das eleições de 2012, eu apoiei Nelson Pelegrino, o PMDB, partido pelo qual fui candidato, apoiou ACM Neto. Neto disse 'Em dezembro eu não vou decidir'. Passou dezembro, passou janeiro, então Geddel se recolheu, parou de dar entrevistas e disse: 'eu vou acatar o que o prefeito decidir'. Eu já havia perguntado para Paulo Souto, no jantar de meu querido amigo Luiz Viana Neto e no MK Entrevista, no ar, e ele como uma esfinge, uma múmia, nada respondia. Em fevereiro, perguntado diretamente pelo prefeito ACM Neto, Paulo disse 'Não, eu não vou ser candidato'. Aí o prefeito ligou para Geddel e disse que a bola estava com ele. Geddel, então, comunica que não seguiria o PMDB nacional e não apoiaria nema presidente Dilma Rousseff, nem Jaques Wagner, na Bahia", completou o apresentador.
Segundo MK, em política, ou se confia em palavra ou não se confia. "Dias depois, Paulo Souto voltou atrás em disse ao prefeito 'Se não for causar embaraço ao senhor e a Geddel, eu gostaria de ser candidato. Mas, depois de ter negado, depois de tudo? Agora, seria o caso de ACM Neto ser mais ACM e menos Neto, dizer que não tem conversa. Em política, ou se confia em palavra ou não se confia. Depois de quebrada a confiança, como é que se refaz o acordo? ACM Neto quer fazer omeletes sem quebrar ovos. Então, tudo indica que a oposição terá dois candidatos", afirmou.
Ouça abaixo o comentário na íntegra:
"O processo deveria ser decidido em dezembro, como defendeu uma parte da oposição, inclusive o próprio Geddel. quando ACM Neto, líder das oposições. No segundo turno das eleições de 2012, eu apoiei Nelson Pelegrino, o PMDB, partido pelo qual fui candidato, apoiou ACM Neto. Neto disse 'Em dezembro eu não vou decidir'. Passou dezembro, passou janeiro, então Geddel se recolheu, parou de dar entrevistas e disse: 'eu vou acatar o que o prefeito decidir'. Eu já havia perguntado para Paulo Souto, no jantar de meu querido amigo Luiz Viana Neto e no MK Entrevista, no ar, e ele como uma esfinge, uma múmia, nada respondia. Em fevereiro, perguntado diretamente pelo prefeito ACM Neto, Paulo disse 'Não, eu não vou ser candidato'. Aí o prefeito ligou para Geddel e disse que a bola estava com ele. Geddel, então, comunica que não seguiria o PMDB nacional e não apoiaria nema presidente Dilma Rousseff, nem Jaques Wagner, na Bahia", completou o apresentador.
Segundo MK, em política, ou se confia em palavra ou não se confia. "Dias depois, Paulo Souto voltou atrás em disse ao prefeito 'Se não for causar embaraço ao senhor e a Geddel, eu gostaria de ser candidato. Mas, depois de ter negado, depois de tudo? Agora, seria o caso de ACM Neto ser mais ACM e menos Neto, dizer que não tem conversa. Em política, ou se confia em palavra ou não se confia. Depois de quebrada a confiança, como é que se refaz o acordo? ACM Neto quer fazer omeletes sem quebrar ovos. Então, tudo indica que a oposição terá dois candidatos", afirmou.
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